O Apex organiza o ciclo de qualidade do serviço de saúde: dados que entram sozinhos, análise crítica feita pela equipe e decisão registrada.
Na maioria dos serviços, o indicador é preenchido para cumprir exigência — e para por aí.
Horas da equipe copiando resultados de exame para planilhas, com erro de transcrição e atraso no fechamento.
A taxa aparece, mas ninguém sabe quem está fora da meta, por quê, nem o que já foi tentado.
Planos discutidos num mês e esquecidos no seguinte, sem registro do que funcionou.
O mesmo rito em todas as unidades, com prazo fixo: dados e análise até o dia 10, reunião de metas entre os dias 11 e 20, painel divulgado até o dia 25.
Lote do laboratório e planilha assistencial importados, com conferência de quem entrou, saiu ou ficou sem resultado.
Cada paciente fora da meta analisado pela equipe, com plano, responsável e prazo.
Todos os indicadores reportados; no detalhe, só o que está fora e os casos complexos. Ata gerada pela ferramenta.
Construída e validada dentro de um serviço de diálise em operação, com enfermagem, médicos e equipe multidisciplinar.
“O indicador só tem valor se a equipe confia nele — e só muda desfecho se chega ao paciente.”
A mesma régua de qualidade, ajustada ao tipo de serviço.
Adequação, anemia, mineral-ósseo, acesso vascular e desfechos.
Terapia renal no paciente internado, por modalidade e intercorrência.
Todas as unidades no mesmo rito, comparadas lado a lado.
Nefrologista, com MBA em Gestão de Saúde pela FGV. Criou o Apex a partir da rotina de gestão clínica de serviços de diálise, para que a qualidade assistencial seja medida, discutida e melhorada todo mês.
Apresentamos o método e a plataforma com exemplos do seu tipo de serviço.